sábado, 1 de fevereiro de 2014

Novo ministro da Saúde, Chioro diz viver dia 'mais triste e mais feliz'


Márcio PinhoDo G1 São Paulo
Arthur Chioro deixou cargo em São Bernardo nesta sexta-feira (Foto: Márcio Pinho/G1)Arthur Chioro deixou cargo em São Bernardo
nesta sexta-feira (Foto: Márcio Pinho/G1)
O médico Arthur Chioro, que tomará posse na próxima semana do Ministério da Saúde, deixou nesta sexta-feira (31) o posto de secretário de Saúde de São Bernardo do Campo, no ABC, afirmando ser o dia mais "triste" e mais "feliz" da sua vida.
"É vontade de ficar e de partir. Falei com a minha esposa que hoje é o dia mais triste e mais feliz da minha vida", disse. Ele evitou falar sobre o futuro cargo e disse que falará como ministro a partir de segunda-feira (3).
Estavam presentes o atual ministro da Saúde, Alexandre Padilha, que deixará o ministério para disputar o governo de São Paulo, e o prefeito de São Bernardo, Luiz Marinho.  O evento durou três horas e teve ainda a presença de vários militantes do PT e deputados estaduais e federais. Chioro ainda acompanhou Padilha e Marinho em uma visita às novas instalações da Central de Regulação Médica do SAMU, no Centro da cidade.
Médico e pesquisador especializado em saúde coletiva, Chioro vai conduzir um dos programas tidos como carro-chefe do governo Dilma, o Mais Médicos. Ele acaba de retornar de uma viagem com a presidente a Cuba, onde o governo agradeceu pela transferência de profissionais.
A opção da presidente por Chioro foi publicamente conhecida na semana passada, quando ele teve uma reunião na manhã de terça-feira (21) com a presidente e almoçou depois com Padilha.
A indicação de seu nome, no entanto, gerou polêmica porque Chioro é investigado pelo Ministério Público de São Paulo por ter uma firma de consultoria em saúde que presta serviços a prefeituras paulistas, segundo o MP. Isso vai contra a legislação vigente no município de São Paulo. Segundo o secretário, acumular a participação na empresa Consaúde Consultoria com o cargo público em São Bernardo não feria a legislação municipal.
Apesar disso, Chioro anunciou que deixa a empresa e que o controle ficará com sua mulher. “A legislação [federal] exige que haja o meu afastamento. Eu, por conta de toda essa repercussão, entendo que é a medida mais adequada a ser tomada. Na condução ética, na condução concreta do dia a dia da empresa, eu tenho absoluta clareza que agi da maneira mais correta possível”, afirmou o futuro ministro em entrevista coletiva no dia 23.
No evento desta sexta, Chioro falou por cerca de 40 minutos e citou inúmeros feitos à frente da secretaria, desde 2009, como a criação do Hospital de Clínicas e a implantação de nove UPAs - 24h. Disse que o feito que mais importante, no entanto, foi a criação de residências terapêuticas para pacientes que estavam confinados em clínicas psiquiátricas.
Ele elogiou bastante o ministro Padilha, o qual chamou de o melhor ministro da Saúde da história do país. Os elogios foram devolvidos pelo pré-candidato ao governo de São Paulo, que afirmou que, sem parceiros nos municípios, como foi Chioro, "o que a gente projeta, coloca dinheiro, não vira realidade".
No próprio evento, o prefeito Luiz Marinho empossou a então secretária-adjunta, Odete Gialdi, como nova secretária de saúde do município.
Perfil
Médico concursado da Prefeitura de Santos (SP) desde 1989, Chioro já havia trabalhado no Ministério da Saúde anteriormente. Ele retorna à pasta nove anos após ter exercido o cargo de diretor do Departamento de Atenção Especializada da pasta entre 2003 e 2005.
Chioro se formou pela Fundação Serra dos Órgãos e especializou-se em medicina preventiva e social pela Universidade Estadual Paulista (Unesp). Anos depois, tornou-se mestre e doutor em saúde coletiva, cadeira que leciona na Faculdade de Fisioterapia Unisanta e na Faculdade de Medicina (Unimes). É também pesquisador na área de planejamento e gestão em saúde da Universidade Federal de São Paulo (Unifesp).
Em São Bernardo do Campo, o petista integra o primeiro escalão da prefeitura desde o primeiro mandato do atual prefeito Luiz Marinho, que foi eleito em 2008 e reeleito em 2012. Marinho é ex-ministro do Trabalho e da Previdência Social do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, com quem mantém amizade próxima.
Chioro também deixa o cargo de presidente do Conselho de Secretários Municipais de Saúde do Estado de São Paulo, que agora será ocupado pelo vice-presidente da entidade, Fernando Monti.
Atendimento
O G1 visitou algumas unidades de saúde do município e conversou com usuários. Alguns elogiaram, outros criticaram a situação da saúde na cidade. Na UBS Alves Dias, a dona de casa Marisa da Silva, de 44 anos, afirmava que não espera nem cinco minutos para pegar o remédio e que consegue realizar normalmente suas consultas com uma psicóloga. Não havia filas no local na quinta-feira (30) à tarde.
Moradora de São Bernardo diz que teve dificuldades em conseguir remédio (Foto: Márcio Pinho/G1)Moradora de São Bernardo diz que teve dificuldades
em conseguir remédio (Foto: Márcio Pinho/G1)
A aprovação não era unânime, porém. A ajudante-geral Inani Pereira de Souza, de 48 anos, deixou o local sem os remédios que havia ido buscar, Omeprazol 20 mg e Losartana 50 mg e reclamava ainda da demora para a marcação de consultas.  “Sempre espero pelo atendimento e consultas. Um mês, dois meses, até mais. Tinha que melhorar”, afirma ela, que conta ter consulta marcada com um psicólogo para abril.
No mesmo local, Ana Rita de Cássia disse que não há data para passar com o ginecologista que costuma tratá-la. Ela se queixou ainda que ficou desde 2012 esperando ser chamada para fazer uma endoscopia, e que só foi convocada neste mês. “Não podia esperar. Paguei R$ 200 e fiz no particular”, diz.
Em outra unidade, a UBS do Alvarenga, Maria Rubenita Mora Alexandre afirmava que na terça-feira (28) tinha marcada uma mamografia pela UBS em outro centro, mas que a máquina de mamografia estava quebrada. Conta ainda ter sido informada que sua consulta com um clínico será em 22 de março. “A gente pensa que a saúde vai melhorar, e não melhora”, afirma.
A Secretaria de Saúde informou que o prestador de serviço para a realização de mamografias em São Bernardo, o Laboratório Ghelfond, confirmou que houve a quebra do aparelho de endoscopia no dia 28 de janeiro, mas o equipamento foi consertado ainda no mesmo dia. O exame de mamografia da munícipe Maria Rubenita foi reagendado para a próxima segunda-feira, dia 3. Sobre a data da consulta, a secretaria disse que a rede municipal de saúde trabalha com o sistema de acolhimento e classificação de risco, sendo priorizados os casos mais graves.
Sobre o desabastecimento dos medicamentos Losartana e Omeprazol, o problema foi regularizado esta semana e ambos já estão disponíveis em todas as 32 unidades básicas de saúde do município. Houve falta em razão das férias coletivas da maior parte dos fornecedores a partir do final do ano, segundo a secretaria. No período, os usuários foram orientados a procurar as farmácias populares da cidade.
A secretaria informou ainda que as vagas oferecidas pelo estado são inferiores à demanda, e que o município decidiu assumir emergencialmente o serviço. A secretaria alugou dois aparelhos de endoscopia e contratou profissionais para esse mutirão. Todos os pedidos de endoscopia estão sendo reavaliados e os pacientes com maior gravidade estão sendo contatados prioritariamente
Raio-x da saúde
A rede pública de São Bernardo tem 582.113 pessoas cadastradas no Sistema de Informação da Atenção Básica (SIAB). O município realiza 2 milhões de consultas médicas, em média, por ano. E cerca de 30 mil internações hospitalares são realizadas anualmente.  A rede municipal de saúde conta com 32 unidades básicas de saúde, 9 UPAs, 4 hospitais e 5 Centros de Atenção Psicossocial (CAPS), entre outros equipamentos.
A Secretaria da Saúde destaca, entre os principais feitos de Artur Chioro à frente da pasta, a construção do Hospital das Clínicas Municipal, com 293 leitos de média e alta complexidade para reduzir o déficit de leitos clínicos e cirúrgicos, a implantação de nove UPAS-24h para o atendimento de urgência e emergência, com bases do SAMU descentralizadas, reforma e ampliação de 24 unidades básicas de saúde e o início da construção de duas novas UBSs (Montanhão e Areião). Cita ainda a estruturação de ações de cuidado em saúde, com estratégias preventivas e de promoção da saúde, como o projeto “De Bem com a Vida” que desenvolve práticas corporais em milhares de idosos, hipertensos, diabéticos etc.

Fonte: http://g1.globo.com/sao-paulo/noticia/2014/01/novo-ministro-da-saude-chioro-diz-viver-dia-mais-triste-e-mais-feliz.html

Acampamentos de manifestantes são alvos de disparos na Tailândia


Da EFE
Líder dos protestos anti-governo, Suthep Thaugsuban marcha pelas ruas de Bangcoc neste sábado (1). (Foto: Wally Santana/AP)Líder dos protestos anti-governo, Suthep Thaugsuban marcha pelas ruas de Bangcoc neste sábado (1). (Foto: Wally Santana/AP)
MAPA Tailândia (Foto: Editoria de Arte/G1)
Pessoas não identificadas atiraram na madrugada deste sábado (1) em Bangcoc contra dois dos acampamentos dos manifestantes antigovernamentais que se opõem às eleições gerais previstas para ocorrer no domingo (2) na Tailândia, informou a imprensa local.
Os ataques, que não deixaram nenhum ferido, foram feitos contra os manifestantes acampados perto do complexo governamental de Chaeng Wattana e contra o acampamento no distrito de Lat Phrao, no norte de Bangcoc, segundo o jornal 'Bangcoc Post'.
As autoridades temem que enfrentamentos violentos possam ocorrer entre grupos de cidadãos que defendem seu direito ao voto e os manifestantes liderados pelo ex-vice-primeiro ministro Suthep Thaugsuban.
Dezenas de defensores das eleições antecipadas se reuniram em dois distritos da capital.
Na província de Pattani, no sul do país, vários líderes locais ameaçaram entrar em confronto com os manifestantes que impediram a distribuição de cédulas e urnas em toda a região.
Cerca de 200 mil policiais serão mobilizados em todo o país para garantir o desenvolvimento pacífico das eleições, 10 mil somente em Bangcoc, junto com o apoio de 7 mil soldados do Exército.
Suthep garantiu na sexta (31) que seus seguidores não impedirão o acesso às urnas para evitar surtos de violência, uma semana depois que os manifestantes boicotaram a votação antecipada em Bangcoc e no sul do país.
Aproximadamente 440 mil pessoas, dos dois milhões de eleitores registrados, não puderam votar em um dia em que vários deles foram agredidos e intimidados ao tentar entrar nas zonas eleitorais, enquanto um manifestante morreu baleado em uma confusão.
A primeira-ministra interina, Yingluck Shinawatra, decidiu manter a realização das eleições e rejeitou o adiamento que lhe foi pedido pela Comissão Eleitoral devido ao risco de uma escalada da violência e mesmo com a pequena probabilidade de que a votação apresente uma solução para a crise política.
O Partido Democrata, de oposição, não se apresenta nestas eleições nas quais os manifestantes impediram o registro de candidatos em 28 circunscrições do sul do país.
Pelo menos dez pessoas morreram e mais de 500 ficaram feridas nos protestos em diversos incidentes com tiroteios e ataques com explosivos desde novembro do ano passado.
Os manifestantes exigem que antes das eleições seja formado um conselho não eleito que substitua o governo e faça uma reforma do sistema político, que consideram como corrupto e a serviço dos interesses do ex-primeiro-ministro Thaksin Shinawatra, irmão de Yingluck.
Thaksin, deposto em 2006 por um golpe militar, ganhou - diretamente ou através de coligações simpáticas a ele - todas as eleições gerais desde 2001, graças ao apoio da população rural do norte e nordeste do país que se beneficiou com suas políticas sociais.
Manifestantes antigoverno fazem campanha contra eleições gerais de domingo (2) (Foto: Pornchai Kittiwongsakul/ AFP)Manifestantes antigoverno fazem campanha contra eleições gerais de domingo (2) (Foto: Pornchai Kittiwongsakul/ AFP)
Policial observa o preparo de cédulas e urnas para as eleições gerais na Tailândia que ocorre no domingo (2) (Foto: Wason Wanichakorn/AP)Policial observa o preparo de cédulas e urnas para as eleições gerais na Tailândia que ocorre no domingo (2) (Foto: Wason Wanichakorn/AP)Fonte:http://g1.globo.com/mundo/noticia/2014/02/acampamentos-de-manifestantes-sao-alvos-de-disparos-na-tailandia.html

Kerry pede à Rússia que pressione Síria a acelerar remoção de armas

O secretário de Estado norte-americano,John Kerry, pediu ao chanceler russo nesta sexta-feira (31) que pressione o governo sírio a acelerar a retirada de armas químicas do país, o que, segundo Kerry, não está acontecendo rápido o suficiente.
Kerry se reuniu com Sergei Lavrov à margem da Conferência de Segurança, em Munique, para discutir o que Washington considerou um progresso "inaceitável" na remoção de armas químicas da Síria, disse um alto funcionário do Departamento de Estado norte-americano sob condição de anonimato.
"O secretário Kerry pressionou o chanceler Lavrov a pressionar o regime por mais progresso na transferência das armas químicas que ainda restam dentro da Síria para o porto de Latakia", disse o oficial.
A agência de notícias Reuters publicou nesta semana que a Síria entregou menos de 5% de seu arsenal de armas químicas de cerca de 1.300 toneladas de agentes tóxicos e que vai perder o prazo da próxima semana para enviar todo o material tóxico a ser destruído no exterior.
O Departamento de Estado confirmou na quinta-feira que apenas 4 por cento dos agentes químicos mortais da Síria tinham sido enviados para fora do país para a destruição no mar.
Sob um acordo feito pela Rússia e os Estados Unidos depois de um ataque com gás sarin em agosto, que matou centenas de pessoas, a Síria prometeu se livrar de seu arsenal até o meio deste ano.
A operação, supervisionada por uma missão conjunta com a Organização para Proibição de Armas Químicas (Opaq) e a Organização das Nações Unidas (ONU), está atrasada em seis a oito semanas

Fonte: http://g1.globo.com/mundo/siria/noticia/2014/01/kerry-pede-russia-que-pressione-siria-acelerar-remocao-de-armas.html

Bovespa fecha em alta, mas tem o pior janeiro desde 1995

A Bolsa de Valores de São Paulo fechou o último pregão do mês no campo positivo, acima dos 47 mil pontos, mas teve a quinta semana e o terceiro mês seguido de queda, registrando o pior desempenho para janeiro desde 1995.
O Ibovespa terminou a sexta-feira (31) com variação positiva de 0,84%, a 47.638 pontos. Veja cotação
Na semana, a baixa foi de 0,31%. Já no  acumulado de janeiro, o índice recuou 7,51%, maior queda para o mês desde 1995, quando a perda foi de 10,77%, segundo dados da consultoria Economatica.
A queda no acumulado do primeiro mês do ano foi quase metade da desvalorização de 15,5% registrada em 2013.
O resultado do mês foi prejudicado pelo cenário global de aversão ao risco e pela desconfiança de investidores em relação ao Brasil.
A valorização desta sexta-feira foi guiada por ações de bancos, da Vale e da BM&FBovespa, depois de a bolsa passar a primeira parte do pregão no negativo.
Ação da Petrobras recua 13,9% no mês
Segundo dados da BM&FBovespa, o saldo de investidores estrangeiros na bolsa estava negativo em janeiro em R$ 739,5 milhões até o dia 29. Somente entre os dias 24 e
28, os estrangeiros tiraram mais de R$ 1 bilhão da bolsa, em meio a uma onda global de aversão ao risco que atingiu países emergentes.
Indicadores mostrando contração na atividade industrial da China neste mês também afetaram a Bovespa, repercutindo em ações expostas ao país asiático como as da Vale. O papel preferencial da mineradora, que tem a China como seu principal cliente, caiu 8,34% no mês.  A Petrobras recuou 13,9% no mês.
As recomendações de analistas têm se concentrado em companhias que se beneficiam da alta do dólar, que deve se valorizar ainda mais com a saída de recursos do Brasil. Por outro lado, empresas ligadas à economia doméstica e sensíveis à taxa de juros, como parte do varejo e empresas do setor imobiliário, devem ver suas ações pesarem mais, destaca a Reuters.
Com os preços bastante pressionados, especialistas consideram provável que a bolsa tenha um repique em breve. Contudo, a tendência ainda é de queda.
"Podemos ver um rali de curto prazo, mas o cenário mais provável é que o índice busque a mínima do ano passado, de 44.100 pontos... Tem muitos estrangeiros tirando dinheiro do Brasil", disse à Reuters o estrategista da Citi Corretora, Hugo Rosa.
Para ele, o crescimento baixo da economia brasileira, o ciclo de aperto monetário do Banco Central e a desconfiança com a política econômica já traziam mal-estar em relação ao Brasil.
http://g1.globo.com/economia/mercados/noticia/2014/01/bovespa-fecha-em-alta-mas-tem-o-pior-janeiro-desde-1995.html

Brasileiros já pagaram R$ 200 bilhões em impostos em 2014

O valor pago pelos brasileiros neste ano em impostos federais, estaduais e municipais já soma R$ 200 bilhões. A marca foi registrada neste sábado (1), por volta de 4h30, segundo o “Impostômetro” da Associação Comercial de São Paulo (ACSP).
No ano passado, a mesma marca foi registrada 13 dias depois, em 14 de fevereiro, o que aponta para o aumento da carga tributária em 2014.
Segundo a ACSP, a tendência é de alta da carga tributária neste ano em razão da situação mais apertada das contas públicas.
"Nesta semana, recebemos a notícia de que os gastos do governo federal atingiram um recorde histórico em 2013 e que os investimentos cresceram muito pouco. Isso mostra que o problema das finanças públicas não está do lado da receita mas, sim, do lado do gasto, da despesa”, diz o presidente da associação, Rogério Amato.
O painel eletrônico que calcula a arrecadação em tempo real está instalado na sede da associação, na Rua Boa Vista, região central da capital paulista.
O total de impostos pagos pelos brasileiros também pode ser acompanhado pela internet, na página do Impostômetro. Na ferramenta, criada em parceria com o Instituto Brasileiro de Planejamento Tributário (IBPT), é possível acompanhar quanto o país, os estados e os municípios estão arrecadando em impostos, e também saber o que dá para os governos fazerem com todo o dinheiro arrecadado.
O Impostômetro encerrou o ano de 2013 com a marca recorde de R$ 1,7 trilhão. O IBPT estima que a carga tributária brasileira subiu para 36,42% do Produto Interno Bruto (PIB) no ano passado, ante um peso de 36,37% do PIB em 2012.
Impostos no Carnaval
A ACSP divulgou uma lista sobre a alta carga tributária nos produtos de Carnaval. Do preço da serpentina e do confete, 43,83% são de impostos. No spray de espuma são 45,94%. A máscara de plástico tem 43,93% e a máscara de lantejoulas possui 42,71%. Na cerveja em lata, o percentual de impostos é 55,60% e na cachaça, 81,87%.
Fonte: http://g1.globo.com/economia/seu-dinheiro/noticia/2014/02/brasileiros-ja-pagaram-r-200-bilhoes-em-impostos-em-2014.html

terça-feira, 1 de janeiro de 2013

Artigo Projeto T.C.C




   AS ORGANIZAÇÕES COM LÍDERES MOTIVADOS[1]                                                       
Joel Lopes[2]
Maurício Beserra[3]
Elisabeth Luiza[4]
Faculdade JK Unidade II

Resumo
Lidera é estimular as pessoas a serem grandes executores, ocorre em equipes, departamentos, divisões e no topo da totalidade das organizações, o lidere caracteriza por uma forte busca de responsabilidade e perfeição na tarefa, vigor e persistência nas perseguições dos objetivos, arrojo e originalidade na resolução de problema, impulso para o exercício da iniciativa nas situações sociais, autoconfiança e senso de identidade pessoal, desejo de aceitar as consequências de decisão e ação, prontidão para absorver o stress interpessoal, boa vontade de tolerar frustrações e atrasos, habilidade para influenciar comportamentos de outras pessoas e capacidade de estruturar o sistema de interação social no sentido de objetivo em jogo.
Palavras-chave: Organizações, liderança e motivação.

Abstract
Lead is to encourage people to be great performers, takes place in teams, departments, divisions and on top of all organizations, the lead is strong pursuit of perfection and responsibility in the task force and persistence in the persecutions of goals, boldness and originality in problem solving, drive to exercise initiative in social situations, self-confidence and sense of personal identity, willingness to accept the consequences of decision and action, readiness to absorb interpersonal stress, willingness to tolerate frustration and delay, ability to influence behavior of others and the ability to structure the system of social interaction towards goal game.
Key-words: Organizations, leadership and motivation.
INTRODUÇÃO
Nesse trabalho iremos abordar o tema As organizações com líderes motivados, ou seja, organização empresarial tornasse essenciais para existência da sociedade e para o desenvolvimento humano, sendo assim a historia das organizações estará sempre presente e adquirir o maior conhecimento sobre estas organizações, ou seja, gerenciar conhecimento tornasse uma tarefa de conduzi-lo com máximo de cuidado possível para que se tenha o controle de qualidade eficiente no qual você vai alcançar seus objetivos finais com apoio de conhecimento e técnico dos seus lideres que motiva inova a cada instante.
O lidere caracteriza por uma forte busca de responsabilidade e perfeição na tarefa, vigor e persistência nas perseguições dos objetivos, arrojo e originalidade na resolução de problema, impulso para o exercício da iniciativa nas situações sociais, autoconfiança e senso de identidade pessoal, desejo de aceitar as consequências de decisão e ação, prontidão para absorver o stress interpessoal, boa vontade de tolerar frustrações e atrasos, habilidade para influenciar comportamentos de outras pessoas e capacidade de estruturar o sistema de interação social no sentido de objetivo em jogo.
A função motivacional do líder reside nas crescentes recompensas pessoais dos subordinados no sentido da chegada aos objetivos do trabalho, fazendo com que o caminho para essas recompensas se torne mais fácil de ser percorrido ao deixá-lo mais evidente, reduzindo os bloqueios do percurso e as armadilhas bem como aumentando as oportunidades de satisfação pessoal em curso.
Dentro da perspectiva motivacional, portanto, a aceitação e valorização do comportamento do líder por parte dos seus subordinados estão ligadas ao tanto que percebem ser esse comportamento, não somente uma fonte imediata de satisfação, como também um recurso instrumento ou meio para que futuras satisfações motivacionais sejam atingidas. Isso não quer dizer que o efeito das ações do líder sobre a satisfação do subordinado seja proporcional ao esforço despendido pelo subordinado.




As Organizações Com Líderes Motivados
  Coelho, (2004, p. 5), as organizações existem, pois temos necessidade de bens e serviços para viver, e são as organizações as responsáveis por produzir esses bens e serviços e que a qualidade dos mesmos está ligada a mão de obra qualificada pela liderança.
Na década de 1990, foi marcado pelo processo de integração cultural e econômica nunca antes visto na história da sociedade, a qual trousse idéias e ações que uma vez postas em pratica retiram e limitam a ação do estado no qual o concorriam com a iniciativa privada, no qual para se compreender os tempos atuais, devemos também compreender os novos tempos, que com a época da globalizada em que o conhecimento, entendido de forma ampla ou mesmo restrita, é essencial a sobrevivência de cada organização e sua história e considerada uma ferramenta de condução, resgate e manutenção dos conhecimentos habilidades, competências desenvolvidas por cada organização empresarial. Portanto as organizações empresariais tornam - se essenciais para existência da sociedade e para o desenvolvimento humano, sendo assim a historia das organizações estará sempre presente de adquirir o maior conhecimento sobre estas organizações, ou seja, gerenciar conhecimento tornasse uma tarefa de conduzi-lo com máximo de cuidado possível para que se tenha o controle de qualidade eficiente no qual você vai alcançar seus objetivos finais com apoio e conhecimento e técnico dos seus lideres que motiva e inova a cada instante.
Clemens e Mayer (1989,p.13,14), no qual seu enfoque de liderança sempre lidou com aspecto deixando evidente que aquilo que se mostra coerente no dado momento pode não conseguir explicar a realidade adiante.
 Demonstra sua preocupação com a liderança preocupações essas iniciais a falar da adequada educação e treinamento dos lideres tem constituído uma definição de encontro de verdadeiros lideres com seu potencial de liderar. Os lideres serão mais intensamente assistido na execução dessas funções caso possui alto grau de motivação para completa tarefas, integridade pessoal, habilidade de comunicação e gosto,fatores esses que oferece um quadro bem balanceado de habilidade funções e características pessoais dos lideres.
O lidere caracteriza por uma forte busca de responsabilidade e perfeição na tarefa, vigor e persistência nas perseguições dos objetivos, arrojo e originalidade na resolução de problema, impulso para o exercício da iniciativa nas situações sociais, auto confiança e senso de identidade pessoal, desejo de aceitar as conseqüências de decisão e ação, prontidão para absorver o stress interpessoal, boa vontade de tolerar frustrações e atrasos, habilidade para influenciar comportamentos de outras pessoas e capacidade de estruturar o sistema de interação social no sentido de objetivo em jogo.
Já McClelland (1975. p, 257) propõe que alguns lideres tenha uma alta motivação para liderar, baixa necessidade de afiliação e auto inibição da atividade, esse padrão de liderança revelaria alguém preocupado em fazer aquilo que e bom para os outros, ou seja, a motivação que impulsiona o comportamento de liderança,  pretendendo assim descartar assim definitivamente a suposição de que a predisposição a uma liderança eficaz dependa, de alguma forma, das característica motivacionais do líder, pois tanto os lideres com os liderados, serão mais amplamente apresentado e comentado com um dos elementos chaves dentro das organizações. Assim, quanto mais o comportamento do líder tende para o extremo da participação, tanto maior será a possibilidade de vir a ser avaliado positivamente pelo seu subalterno, sendo assim podemos concretizá-los da seguinte forma:
Sistema 1 - Os chefes não têm confiança nos subordinados. As principais decisões e o estabelecimento dos objetivos da organização são feitos no topo. Os subordinados são forcados a trabalhar na base do medo, das ameaças, punições e gratificações ocasionais. A pouca interação que tem lugar entre superiores e subordinados e feita com e desconfiança. O processo de controle esta altamente concentrada no topo da organização, desenvolvendo-se em geral uma organização formal.
Sistema 2 - Os chefes têm uma confiança condescendente nos subordinados tal como sucedia entre patrões e empregados. As principais decisões e o estabelecimento de objetivos originam-se no topo, mas muitas decisões são tomadas dentro de um quadro prescrito a níveis baixos. O processo de controle este ainda concentrado no topo, mas algo já e desligado para níveis intermediários.
Sistema 3 – Os chefes têm confiança substancial, mas não total nos subordinados. Os subordinados podem tomar decisões a níveis mais baixos. A comunicação flui, tanto no sentido descendente como no sentido ascendente da hierarquia. Utilizam-se recompensas, raramente punições para motivar. Há certo grau, embora moderado, de interações superior-subordinado. Aspectos significativos de controle são delegados com um sentimento de responsabilidade partilhado tanto pelos níveis mais altos como pelos níveis mais baixos. Pode desenvolver-se uma organização informal, que tanto pode apoiar com, em parte, resistir aos objetivos da organização.
Sistema 4 – Os chefes têm confiança total nos seus subordinados. As decisões acham-se largamente dispersas dentro da organização. A comunicação flui não apenas nos sentidos ascendente e descendente, mas também no sentido horizontal, entre colegas. Os trabalhadores são motivados pela participação e envolvimento a aumentar os lucros econômicos e a estabelecerem objetivos. Há uma interação amigável e generalizada entre supervisores e subordinados, com alto grau de confiança mútua.
O ponto mais importante dessa teoria e que a eficácia da liderança depende tanto da situação em que o grupo se encontra quanto do líder. Se a teoria esta certa, isso significa que um programa que envolva somente os aspectos de personalidade do líder ou somente os aspectos situacionais          da organização esta fadada ao fracasso. Um estilo de liderança não e em si mesmo melhor ou pior do que outro, nem tampouco existe um tipo de comportamento em liderança apropriado para todas as condições. Dessa forma, quase todo mundo poderia ser capaz de ter sucesso como líder em algumas situações e quase todo mundo esta apto a falhar. O estilo de liderança de uma pessoa, da forma como o termo foi usado, reflete os valores motivacionais básicos e a estruturas de necessidades do individuo. Liderança e da motivação humana, mais se percebe que esses dois temam se cruza com freqüência cada vez mais.
Dentro da perspectiva motivacional, portanto, a aceitação e valorização do comportamento do líder por parte dos seus subordinados estão ligadas ao tanto que percebem ser esse comportamento, não somente uma fonte imediata de satisfação, como também um recurso instrumento ou meio para que futuras satisfações motivacionais sejam atingidas. Isso não quer dizer que o efeito das ações do líder sobre a satisfação do subordinado seja proporcional ao esforço despendido pelo subordinado.
 Yukl (1989, p 173), teoria situacional, a teoria do caminho-objetivo diz que o efeito do comportamento do líder sobre a satisfação do subordinado e o esforço depende da situação, incluindo as característica do cargo e as características do subordinado.
Essas variáveis situacionais moderadoras determinam tanto o potencial para o aumento da satisfação do subordinado como a maneira a partir da qual o líder deve agir para aumentar a motivação.
A função motivacional do líder reside nas crescentes recompensas pessoais dos subordinados no sentido da chegada aos objetivos do trabalho, fazendo com que o caminho para essas recompensas se torne mais fácil de ser percorrido ao deixá-lo mais evidente, reduzindo os bloqueios do percurso e as armadilhas bem como aumentando as oportunidades de satisfação pessoal em curso.
Definimos liderança como a capacidade de influenciar um grupo em direção ao alcance de objetivos. A origem dessa influencia pode ser formal, como a conferida por um cargo gerencial em uma empresa. Como essas posições subentendem certo grau de autoridade, um profissional pode assumir um papel de liderança apenas em função do cargo que ocupa. Nem todos os lideres são administradores, nem todos os administradores são lideres. O fato de organização atribuir a seus administradores alguns direitos formais não lhes assegura a capacidade de liderar com eficácia. A liderança não sancionada, ou seja, a capacidade de influenciar que emerge fora da estrutura corporativa formal em geral e tão importante quanto a influencia formal, ou ate mais. Em outras palavras, os lideres podem surgir naturalmente no interior de um grupo ou por indicação formal.
O fenômeno da liderança torna-se bastante claro que prever seu sucesso era algo que não se restringia ao isolamento de alguns traços ou comportamento preferenciais:
Relação entre líder e liderado: o grau de confiança, a credibilidade e o respeito que os membros do grupo têm para com seu líder.
Estrutura da tarefa: o grau em que as tarefas atribuídas aos subordinados são estruturas.
Poder da posição: o grau de influencia que um líder tem sobre as variáveis de poder, como contratar, demitir, tomar atitudes disciplinares, conceder promoções e aumentos salariais.
O conhecimento de uma identidade pessoal, tal como ela existe em cada individuo, conseguido pelo diagnóstico do tipo de percepção que possui a respeito dos organizadores do seu comportamento motivacional, leva-o a experimentar uma sensação de confronto pessoal, influenciando, e lógico, num sentido positivo seu sentimento de auto-estima. Ignorar esse aspecto tão vital da individualidade motivacional seria ameaçar a integridade e a individualidade, favorecendo assim um estagio vivencial típico de ameaça de desintegração da identidade, impedindo o ajustamento por não se estar existindo de uma forma plena
O tipo de ação do líder dentro dessa visão comportamentalista é denominado liderança transacional, na qual a interação é assim descrita por Considera-se pelo menos dois elementos para que a liderança ocorra.
As pessoas entram nas organizações motivadas, isto é, portador de todo um conjunto de necessidade que procuraram satisfazer no seu desempenho do dia-a-dia. A forma pela qual essa sinergia potencial representada pelas necessidades não satisfeitas venha a ser utilizada e que manterá o tônus da satisfação ou da contra-satisfeita. Por isso, Herzberg enfatiza que é critico na motivação a forma pela qual se usam as pessoas no trabalho, não como elas são tratadas. O tratar bem uma pessoa significa proporcionar condições vivíveis de trabalho.
Uma vez a satisfação envolva a interação entre a pessoa e o ambiente, sua valorização (para ambos, pessoa) liga-se, em parte, a natureza objetiva do mundo exterior da pessoa. A satisfação depende de ambos, a forma real do mundo ser e como essa realidade é percebida pela pessoa. Assim proposta essa relação dinâmica entre a pessoa e seu ambiente permite entender por que diferentes aspectos desse ambiente significam generalização do tipo estatística que explique todo e qualquer comportamento motivacional do ser humano.
O outro conceito não é uma visão intuitiva nem uma avaliação direta do indivíduo feita sobre ele mesmo. Ele vem da experiência de fracassos e sucesso e, sobretudo das informações que ao longo da vida escolar e do inicio profissional que os outros nos trazem sobre aquilo que fazemos e sobre aquilo que somos.            
   Conseguir que a motivação não desapareça é fazer com que se continue vendo algum sentido naquilo que se esta fazendo. Nesse momento, é necessário pensar de maneira especial na preservação da auto-identidade e consequentemente da autoestima. Indo mais além, é possível prever que a motivação para o trabalho só exista quando esse trabalho fizer algum sentido e isso implica conseguir levar uma vida útil com relação a ele.
É, sem duvida, o conhecimento da visão fenomenológica daquilo que se entende como processo motivacional em situação de trabalho, que permite apreciar e valorizar novas perspectivas do papel que tipicamente desempenha o líder. Dentro dessa visão, o líder abre Mao do controle das variáveis ambientais no desempenho do seu papel, assumindo, assim, o liderado uma posição proeminente no processo sendo-lhe facultado jogar o papel de ativo influenciador dentro de toda a dinâmica da liderança.
A falta de sintonia, ou mesmo uma sintonia precária entre as expectativas interiores e o tipo de fator de satisfação oferecido com vistas ao atendimento dessas expectativas afigura-se como um incidente que pode comprometer o sentido que se atribui ao mundo exterior. Com a perda de sentido do trabalho o mundo interior do trabalhador também se fragmentado por ele mesmo, seus colegas e superiores. Como os individuas não são mais capazes de reunir os pequenos fragmentos de seus próprios mundos e nem aqueles do mundo exterior, do seu posto de trabalho e da organização, torna-se necessário desenvolver e utilizar modelos mecanicistas para suplantar essa fragmentação e o caos ameaçador que vem a ser a conseqüência final. A motivação transformou-se na estrutura do caos da organização e do mundo interior dos administradores, sendo que estes casos, a partir desta situação projetam-se automaticamente nos trabalhadores.
Bergamini (1990, p. 117), o líder, considerado como o ponto de ligação entre cada individuo e seu próprio mundo de trabalho, têm uma forte influencia quando se trata de favorecer ou comprometer a organização.
A liderança seja o exercício da autoridade são extremamente apropriadas as suposições condicionais e behavioristas que se acham subjacentes as propostas apresentadas pela escola Clássica em Administração, para a qual a eficácia do chefe repousa na sua capacidade de fazer-se obedecer por seus subordinados. Por isso esses chefes foram investidos de autoridade e poder formal para conseguir induzir o condicionamento as normas da companhia, fazendo que prêmios e ameaças, neste momento, surtam efeitos milagrosos. Sua eficácia é avaliada tomando como referencial a sua habilidade como manipulador, e sua capacidade de manter cada vez mais passivos seus subordinados na luta que deveria ser travada em favor da liberdade e da dignidade pessoal.
As linhas mestras da administração científica, tais como a departamentalização, a organização racional do trabalho, a especialização profissional e controle são poderosos fatores restritivos do possível aproveitamento fatores restritivos do possível aproveitamento que se possa fazer da sinergia motivacional intrínseca das pessoas. No enfoque clássico, o papel da chefia também teve que ser restringido e delimitado por normas claras seguindo roteiros rígidos nos quais poucos espaços restam para o exercício da liderança considerada no seu sentido mais amplo.
A realidade atual das organizações empresariais brasileiras denuncia uma ausência marcante daqueles que, dentro das mesmas, poderiam ser qualificada como verdadeiros lideres. Concomitantemente, percebe-se que a caracterização do líder não e bem clara para muitas dessas organizações. Com isso, muitas das nossas empresas têm cometido atualmente sérios enganos quanto as suas táticas de escolha e treinamento desse tido de mão-de-obra.
Como resultado de tudo isso que veio se acumulando por anos, raramente se encontra uma organização que conte em seus postos de chefia com verdadeiros lideres.
A maioria daqueles a quem se nomeou como chefes atuam de forma a condicionar ou procurar dirigir seus subordinados pelo movimento. Com isso, em pouco tempo a frustração e a perda de motivação instalam-se de maneira generalizada. Os chefes, no geral e na sua grande maioria, estão longe de corresponder aos conceitos de liderança que já fazem parte de obras simples: Liderança e o processo de encorajar e ajudar os outros a trabalhar entusiasticamente na direção dos objetivos.
Liderar
Lidera é estimular as pessoas a serem grandes executores. E dirigir, motivar e comunicar-se com os funcionários, individualmente e em grupo. Liderar envolve o contato diário e próximo com as pessoas, ajudando a guiá-las e a inspirá-las em direção ao atendimento dos objetivos de equipe e organizacionais. Liderar ocorre em equipes, departamentos, divisões e no topo da totalidade das organizações.
Controlar
Planos abrangentes, organizações solidas e liderem destacados não garante o sucesso. A quarta função, controlar, monitora o progresso e programam as mudanças necessárias.
Quando os administradores programam seus planos, sempre descobrem que as coisas não estão funcionando como foram planejadas. A função de controlar assegura que os objetivos sejam atingidos. Ela pergunta e responde a questão: Nossos resultados estão consistentes com nossos objetivos? É faz quando são necessários.
As atividades especificam de controle são estabelece padrões de desempenho que indiquem o progresso rumo aos objetivos de longo prazo, monitorar o desempenho de pessoas e unidades pela coleta de dados de desempenho; fornecer ás pessoas feedback ou informação sobre seu progresso, identificar problemas pela comparação entre dados de desempenho e os padrões; e executar ações para  corrigir problemas. Fazer orçamento, sistemas de informações, corte de custos e ações disciplinares são apenas algumas das ferramentas do controle.
As organizações bem-sucedidas, grandes de atuação. Elas executam ações rápidas quando os problemas aparecem e são capazes de mudar assim que seja necessário.
Estilo de Liderança
O líder de um grupo de tomada de decisão deve tentar minimizar os problemas relacionados ao processo. Ele deve evitar ter o domínio da discussão ou permitir que qualquer outra pessoa domine. Isso significa estimular os membros do grupo menos falantes, para arejar suas opiniões e sugestões e perguntar sobre pontos de vista dissidentes.
Ao mesmo tempo, o líder não deve permitir que o grupo pressione as pessoas em direção ao conformismo. O líder deve estar alerta para os perigos de pensamento grupal e satisfação. E também, ela ou ele deve estar atento as indicações de que os membros do grupo estão perdendo o objetivo principal de vista: encontrar a melhor solução possível para o problema.
Isso implica dois pontos. Primeiro, em não perder o problema de vista. Segundo, em tomar uma decisão! Tenha-se em mente que as empresas de computadores que agem lentamente ficavam paralisadas quando os membros do grupo não conseguiam chegar num acordo.
Felizmente, a liderança pode ser ensinada e a prendida. De acordo com uma fonte, a liderança parece ser a convocação de habilidades possuída por uma maioria, mas utilizadas por uma minoria. É porem, algo que pode ser aprendido por qualquer pessoa ensinado a todos, não devendo ser negado a ninguém.
O que e liderança? Para começar, um líder e alguém que influenciam os outros a atingir meta. Quanto maior o numero de seguidores, tanto maior a influencia. E quanto mais bem-sucedidas a realização de metas importante, tanto mais evidente a liderança. Mas deve-se explorar, alem dessa definição simples para se captar o estimulo e a perplexidade, que seguidores devotados e estudiosos da liderança. Mas deve-se explorar, alem dessa definição simples para se captar o estimulo e a perplexidade, que seguidores devotados e estudiosos da liderança serem quando deparam com um grande líder em ação, bem como entender o que os lideres das organizações realmente fazem, ou o que é necessário para entrar no quesito liderança.
Líderes excepcionais têm visão. Conduzem pessoas e organizações em direções que sozinhas não seguiriam. Podem lançar empreendimentos, formar culturas organizacionais, ganhar guerras ou mudar o curso dos eventos. São estratégias que agarram oportunidade que outros deixam de perceber, mas também são detalhistas apaixonados atenciosos as pequenas realidades fundamentais que podem realizar ou destruir o maior dos planos.
Visão
A função do líder e criar visão, afirma Robert L. Swiggett, presidente da Kollmorgen Corporation. Até poucos anos atrás, visão não era palavra ouvida entre os administradores. Hoje, porem, sabe-se que ter uma visão do futuro e comunicá-la aos outros são componentes essenciais de uma grande liderança. ¨Se não há visão, não há negócio, garante o empresário Mark Leslie. Joe Nevin diretor da Apple Computer, descreve os líderes como pintores da visão e arquitetos da jornada. Os administradores não estão sozinhos nessa crença; acadêmicos que estudam liderança também trouxeram a visão para uma posição de proeminência no pensamento sobre administração.
Visão é uma imagem mental de um estado futuro possível e desejável para a organização. Grandes líderes imaginam um futuro ideal para suas organizações, um futuro que vai alem do comum e do que os outros posam ter considerado possível. Esforçam-se para concretizar realizações importantes que outros não conseguiram.
As visões podem ser grandiosas ou pequenas e existir em todos os níveis da organização, assim como no nível mais alto. Os pontos importantes são que, uma visão é necessária para a liderança eficaz, uma pessoa pode desenvolver visão para qualquer função, unidades de trabalho ou organização; e a maioria das pessoas, inclusive administradores que não se torna fortes líderes, não desenvolve uma visão clara em vez disso, concentra-se no desempenho ou na sobrevivência diária.
Duas metáforas reforçam o importante conceito de visão. A primeira é o quebra-cabeça. E muito mais fácil montar um quebra-cabeça tendo á frente a figura na tampa da caixa. Sem a figura, ou a visão, a falta de direcionamento certamente resultara em frustração e fracasso. A segunda metáfora é o projetor de slides. Imagens distorcidas por um longo período de tempo causariam confusão, impaciência e desorientação. A platéia deixaria de acompanhar a apresentação e perderia o respeito pelo apresentador. A função de líder é ajustar o projeto. É isso que significa comunicar uma visão: tornar clara uma orientação.
Nem todas as visões serão adequadas, seja para o líder seja para a organização. Embora a visão seja muito importante para o sucesso, as visões podem ser inadequadas e até mesmo não produzir efeito por vários motivos. Em primeiro lugar, uma visão inadequada pode refletir apenas as necessidades pessoais do líder. Essa visão pode não ser ética, ou ser inócua devido a uma falta de aceitação por parte do mercado ou daqueles que devem implementá-la.
Em segundo lugar (e que se relaciona com o primeiro aspecto), uma visão inadequada pode ignorar as necessidades dos públicos interessados. Em terceiro lugar, o líder deve estar atento as mudanças ambientais. Embora lideres eficazes mantenham a confiança e a perseverança apesar dos obstáculos, pode chegar a hora em que os fatos ditam que a visão deva ser modificada. Mais adiante serão dadas mais explicações sobre mudanças e como administrá-las.
Lideres e Administradores
Administradores eficazes não são necessariamente líderes verdadeiros. Muitos administradores, supervisores e até mesmo altos executivos desempenham suas responsabilidades sem serem grandes líderes. Mas essas posições proporcionam uma oportunidade para a liderança. A habilidade de liderar com eficácia, portanto, distingue os administradores excelentes dos medianos.
Os administradores devem lidar com as complexidades correntes diariamente nas organizações. Os verdadeiros líderes administram com eficácia e dedicam-se á orquestração da mudança. Enquanto os administradores se ocupam das rotinas de orçamento e planejamento, os lideres fixam a direção (criam uma visão) da empresa. A administração exige a estruturação da organização, que ela seja formada com pessoal capacitado e a monitoração das atividades; a liderança vai alem dessas funções, inspirando as pessoas a atingir a visão. Os grandes líderes mantêm as pessoas centradas em levar a organização para seu futuro ideal, motivando-as a superar quaisquer obstáculos que existam no caminho.
Muitos observadores acreditam que as empresas americanas perderam sua vantagem competitiva devida á falta de forte liderança. Enquanto os administradores se concentram em atividades superficiais e se preocupar com lucros e preços de ações em curto prazo, muito poucos emergiam como líderes que proporcionam a inovação e a realização de metas em longo prazo. E enquanto muitos administradores estão demasiadamente interessados em sua adequação e em não balançar o barco, aqueles que surgem como líderes estão mais preocupados em tomar importantes decisões que podem romper com a tradição e são, apesar de tudo, humanas, morais e corretas. O líder valoriza a substancia e não o estilo.
Líderes e Seguidores 
As organizações obtêm sucesso ou fracassam não apenas devido a habilidade com que são conduzidas, mas também devido ao modo como os liderados se comportam. Assim como os administradores não são necessariamente bons líderes, os indivíduos não são necessariamente bons seguidores. Os seguidores mais eficazes são capazes de pensar co, independência e, ao mesmo tempo, são ativamente comprometidos com as metas de organização.
Exige-se que um administrador desempenhe os dois papeis. Deve liderar seus subordinados e ser liderado por seu chefe. Deve liderar seus subordinados e ser liderado por seu chefe. Deve fazer parte de alguns comitês e equipes e podem presidir outros. Embora os papeis de liderança sejam fascinantes e, por isso, os mais cobiçados os seguidores devem também desempenhar suas responsabilidades de forma consciente.
Os seguidores eficazes distinguem-se dos ineficazes por seu entusiasmo e comprometimento com organização, com uma pessoa ou comum propósito uma idéia, um produto e não consigo mesmos ou com seus próprios interesses. Dominam habilidades que são importantes para a organização e tem parâmetros de desempenho acima do exigido. Os seguidores eficazes podem não ficar com a glória, mas sabem que suas contribuições para a organização são valiosas. E, enquanto fazem essas contribuições, estudam os líderes, preparando-se para seus próprios papéis de liderança.
Poder e Liderança
De central importância para a liderança eficaz é o poder a habilidade de influenciar outras pessoas. Nas organizações, isso muitas vezes significa fazer com que as tarefas sejam realizadas ou atingir as próprias metas apesar da resistência dos outros.
Fontes de Poder
Uma das abordagens mais atingidas e ainda úteis para entender o poder sugere que os líderes têm cinco fontes potenciais importante de poder nas organizações.
Poder Legitimo 
O líder com poder legítimo tem o direito, ou a autoridade, de dizer aos subordinados o que fazer; os subordinados são obrigados a obedecer às ordens legítimas. Por exemplos, um supervisor diz a um empregado que remova um risco á segurança e o empregado removem o risco porque tem de obedecer ao risco porque tem de obedecer á autoridade para dar ordens a uns subordinados não tem poder legitimo sobre o administrador. E, como é possível imaginar, os administradores têm mais poder legítimo sobre seus subordinados do que sobre seus pares, chefes e outras pessoas dentro e fora das organizações.
Poder sobre Recompensas  
O líder que tem poder sobre recompensas influencia os outros porque controla recompensas valorizadas; as pessoas obedecem aos desejos do líder para receber essas recompensas. Por exemplo, um administrador trabalha muito para atingir suas metas de desempenho, para conseguir de seu chefe uma analise de desempenho, para conseguir de chefe uma análise de desempenho positiva e um grande aumento de salário. Por outro lado, se a política da empresa dita que todos devem receber o mesmo aumento de salário, o poder de um administrador sobre as recompensas diminui, porque ele não e capaz de conceder maiores aumentos.
Poder de Coerção       
O líder com poder de coerção tem controle sobre as punições as pessoas obedecem para evitar essas punições. Por exemplo, um administrador implementa uma política referente ao absenteísmo que aplica ações disciplinares rigorosas aos empregados que infringirem as normas. Um administrador tem menos poder de coerção se, digamos, um contrato sindical o proíbe de punir os com demasiada severidade. Em geral, os administradores de níveis mais baixos têm menos poder de coerção e sobre as recompensas do que os administradores de níveis médios a alto.
Poder de Referência
O líder com poder de referencia tem característica pessoas obedecem devido á admiração, ao desejo de aprovação, á estima pessoal, ou á vontade de ser apreciadas pelo líder. Por exemplo, administradores jovens e ambiciosos estimulam os hábitos de trabalho e o estilo pessoal de um executivo carismático e bem-sucedido. Um executivo incompetente, não estimulado, que quase não impõe pouco respeito tem pouco poder referência.
Poder de Competência
O líder que tem poder de competência possui certas habilidades ou conhecimento; as pessoas obedecem porque acreditam nessas habilidades e podem aprender ou obter vantagens dela. Por exemplo, um administrador de vendas oferece a seus vendedores algumas orientações sobre como fechar um negocio. Os vencedores então mudam suas técnicas de vendas porque respeitam as habilidades do administrador. Por outro lado, a esse líder pode faltar o poder de competência em outras áreas, tais como a de finanças; assim, seus vendedores podem ignorar seus conselhos a respeito de assuntos financeiros.
 As pessoas que estão em posição de dizer aos outros os que fazerem que possam recompensar e punir, que são estimadas e admiradas e que possuem habilidades em que os outros possam inspirar-se serão membros poderosos da organização. Todas essas fontes de poder são potencialmente importantes. Embora seja fácil supor que os chefes mais poderosos são aqueles que têm alto poder legitimo e controlam as principais recompensas e punições, é importante não subestimar as fontes pessoais, como os poderes de referencia e pericia. Essas fontes pessoas são as que se relacionam de forma mais direta com a motivação das pessoas a desempenho de acordo com as expectativas de seus superiores.
Abordagens Tradicionais para o Entendimento da Liderança
Há três abordagens tradicionais no estudo da liderança: a que enfoca traços a que focaliza comportamento e a que focaliza situações.

Traços de Liderança
A abordagem de traços é a perspectiva mais antiga de liderança e foi dominante por varias décadas. Essa abordagem parece lógica para o estudo da liderança: ela focaliza os líderes individualmente e tenta determinar as características (traços) pessoais partilhados pelos grandes líderes. O que distingue Winston Churchill, Alexandre, o Grande, Gandhi, Napoleão e Martin Luther King das pessoas comuns? A abordagem de traços supõe a existência de uma personalidade de liderança e que eles não podem ser formados, já nascem líderes.
De 1904 a 1948, foram realizados mais 100 estudos sobre traços de lideranças. No final desse período, estudiosos da administração concluíram que não é necessário nenhum conjunto particular de características para que a pessoa se torne um líder de sucesso. O entusiasmo pela abordagem de traços diminuiu, mas algumas pesquisas nessa vertente prosseguiram. Em meados da década de 70, surgiu uma visão mais equilibrada: embora nenhum traço garante o sucesso da liderança, certas característica são potencialmente úteis. A perspectiva dos anos 90 e de que algumas características de personalidade muitas das quais não precisam ser inaladas, podendo as pessoas lutar para adquirir-la de fato distingue os líderes eficazes das outras pessoas:
Empenho- O empenho refere-se a um conjunto de característica que refletem um alto nível de esforço. O empenho inclui alta necessidade de realização esforço constante no sentido de melhorar, ambição, alto nível de energia, tenacidade (persistência em face de obstáculos) e iniciativa. Em vários países, foi demonstrado que a necessidade de realização por parte de altos executivos esta relacionada com as taxas de crescimento de suas organizações.
Motivação de liderança- Grandes líderes não têm somente empenho; eles querem liderar. Têm alta necessidade de poder, preferindo as posições dos líderes ás dos seguidores.
Integridade- A integridade é a correspondência entre ações e palavras. Honestidade e credibilidade, além de serem em si mesmas características desejáveis, são especialmente importantes para os líderes, porque esses traços inspiram a confiança dos outros.
Autoconfiança- A autoconfiança é importante por varias razões. O papel de líder e desafiador e as contrariedades são inevitáveis. A autoconfiança permite que o líder supere obstáculo, tome decisões apesar das incertezas e instile confiança nos outros. Todas essas qualidades são vitais para a implementação de decisões e para a realização da visão do líder.
Conhecimento do negócio- Líderes eficazes têm alto nível de conhecimento sobre seus setores, empresas e questões técnicas. Os líderes também têm inteligência para interpretar amplas quantidades de informação. Diplomas de cursos avançados são úteis numa carreira, mas em ultima instância, menos importante que a expertise adquirida em questões relevantes para a organização.
Finalmente, há uma habilidade pessoal que pode ser a mais importante: a capacidade de perceber as necessidades e metas dos outros e de ajustar a própria abordagem de liderança de acordo com elas. Liderar significa saber avaliar os outros, analisar a situação e selecionar ou modificar comportamentos para responder de forma mais eficaz ás exigências das circunstâncias. Essa qualidade é a pedra de toque das abordagens situacionais da liderança, que serão discutidas de forma breve.
Comportamentos de Liderança    
A abordagem comportamental tenta identificar o que fazem os líderes. Os líderes devem concentrar-se o que fazem com que as tarefas sejam cumpridas ou em manter seus seguidores? Na abordagem comportamental, as características pessoais são consideradas menos importantes que o real comportamento exigido pelos líderes.
Três categorias gerais do comportamento de liderança receberam atenção particular: comportamentos relacionados ao desempenho de tarefas, a manutenção do grupo e á participação do empregado nas tomadas de decisão.
Desempenho de Tarefas
A liderança exige fazer com que as tarefas sejam desempenhadas. Os comportamentos de desempenho de tarefas são os esforços da líder para garantir que a unidade de trabalho ou a organização atinjam suas metas. Essa dimensão é ás vezes mencionadas como preocupação com produção, liderança diretiva, estrutura iniciadora ou proximidade de supervisão. Inclui o enfoque na velocidade, qualidade e precisão do trabalho, quantidade de produção e na obediência as regras.

Manutenção do Grupo
Ao exibir comportamento de manutenção do grupo, os líderes agem para garantir a satisfação dos membros do grupo, para desenvolver e manter relações harmoniosas de trabalho e preservar a estabilidade social do grupo. Essa dimensão é algumas vezes chamada de preocupação com as pessoas, liderança de apoio ou consideração.
Participação nas Tomadas de Decisão
Como um líder deve tomar decisões? Mais especificamente, em que medida os líderes devem envolver seu pessoal nas tomadas de decisão?  A dimensão da participação nas tomadas de decisão no comportamento de liderança pode variar da autocracia até a democracia. Líderes autocráticos tomam decisões sozinhas e depois as anunciam ao grupo. Líderes democráticos pedem aos outros que forneçam seus inputs. Esses líderes buscam informação,opiniões e preferências, ás vezes chegando ao ponto de ser reunir com os grupos, conduzir discussões e usar o consenso ou o voto da maioria para fazer a escolha final.
Efeitos do Comportamento do Líder
O modo como o líder se comporta influenciar as atitudes e o desempenho das pessoas. Estudos sobre esses efeitos focalizam estilos autocrático versus democrático de decisão, ou comportamentos orientados para o desempenho versus comportamentos orientados para a manutenção.
Estilos de Decisão - O estudo clássico que compara o estilo democrático e autocrático descobriu que uma abordagem democrática resulta em atitudes mais positivas, ao passo que a abordagem autocrática resulta num desempenho de relativamente mais alto. Um estilo laissez-faire em que o líder essencialmente não toma decisão alguma, conduz as atitudes mais negativas e a um desempenho mais baixo. Esses resultados parecem lógicos e provavelmente representam as crenças que prevalecem entre os administradores sobre os efeitos gerais dessas abordagens de tomadas de decisões.
Motivação
Steers e Porter (1983, p. 4) “propõem que a motivação seja uma cadeia de eventos baseados no desejo de reduzir um estado interno de desequilíbrio tendo como base a crença de certas ações deveriam servir a esse propósito”.
As razões que justificam um comportamento motivacional só podem ser inferidas a partir de comportamentos individuais evidentes, devendo ser correlacionadas por uma ligação de causa/ efeito. Mesmo assim, uma única ação pode estar expressando numerosos motivos potenciais, isto é, motivos diferentes podem ser expressos por meio de atos semelhantes, ou muitos parecidos. Por outro lado, motivos semelhantes podem ser expressos mediante comportamentos diferentes. Por tanto, a simples observação do comportamento não garante, com absoluta precisão que se esteja conhecendo exatamente o tipo de carência a que corresponde.
Este é um diferencial que afeta significativamente a interpretação de um desejo, e assim o entendimento particular de como as pessoas agem na busca de seus objetivos. Aos poucos vai se tornando viável entender que não é possível motivar quem quer que seja uma situação de necessidade, de realização pessoal ou profissional são fatores que determinam tais expectativas, positivas no individuo, como sugere o autor todas as pessoas já trazem e nascem com certos objetivos, como exemplo o de viver, e continuar vivo após o parto de sua mãe. Portanto a motivação só pode ser considerada como um processo intrínseco.
Bergamini (1997,p.33), o que deve ser levado em conta quando se busca a compreensão mais clara do comportamento motivacional é o fato de que ele seja extremamente variado”.
O individuo não se fixa apenas, em um objetivo quando ele percebe que realizou um de seus objetivos, imediatamente volta-se para mais objetivos, que esta em sua mente. Essa variabilidade entre necessidades e escolha de objetivos dificulta o estabelecimento de um padrão único de identidade do comportamento motivacional. O desencadeamento de comportamentos tipicamente motivacionais oferece uma rica variedade de direções a serem tomadas, sendo que muitas delas não buscam unicamente satisfação de forma imediata, mas podem servir de preparação a ações que culminem com o restabelecimento da harmonia e do equilíbrio perdidos por causa do – não atendimento de uma necessidade interior. O principal desafio representado pela complexidade própria do comportamento motivacional é sobre tudo não dar ouvidos às explicações simplistas de leigos do leigo no assunto.
Muitas vezes não se deve confiar em determinadas explicações que o leigo afirma como verdadeira, suas verdades podem não levar recursos que trariam confiança. A suposição básica contida na maioria dos enfoques psicológicos é de que o comportamento consiste, por parte dos indivíduos, leva-os a tomar decisões intencionais quanto às sua suas futuras ações. Dentro da medida do possível, as pessoas consideram com alguma clareza as alternativas comportamentais disponíveis, agindo então, de forma a maximizar os possíveis resultados positiva da sua ação, consequentemente e ao mesmo tempo, ela está tentando minimizar aqueles resultados negativos dessa mesma ação.
Normalmente as pessoas precisam ser estimuladas a desenvolver suas habilidades, para que em si, entre em vigor o estagio motivacional, e a busca por seus objetivos pessoais, e profissionais, uma vez estimulado o individuo foca em obter seus resultados almejados. Entretanto esse profissional, esta preparado para quaisquer condições adversas, que venha suceder no decorrer de suas atribuições, em coordenar sua equipe, uma vez que ele está familiarizado com cada um e, com facilidade consegue reverter uma situação que, venha trazer uma situação de desconforto. 
Este profissional esta sempre a tento e ligado em tudo que esta ocorrendo ao seu redor não deixa passar por despercebido nenhuma situação, seja ele de desespero ou ansiedade. Neste contexto, a figura do líder ganha destaque, pois possui a capacidade de influenciar um grupo e ajudá-lo a atingir seus resultados. Para isso, o líder precisa promover certos mecanismos que apoiam o relacionamento e o desenvolvimento de sua equipe de trabalho.
Então liderar e motivar consiste em buscar benefícios para os próprios indivíduos que este inserido em determinada organização, afim de que estes venham desempenhar suas funções com mais entusiasmos.
O líder só consegue desempenhar com perfeição sua liderança se ele conseguir fazer com que seus liderados falem a mesma língua que ele estiver falando, ou seja, tem que haver uma sintonia entre líder e liderados, de forma que esta sincronia sirva para o alcance dos objetivos almejados.
Necessidades de realização, pessoal e profissional são fatores que contribuem e motivam o individuo, na obtenção de benefícios procurados por estes, entretanto também entra as necessidades básicas, que posso citar como exemplo as fisiológicas, que uma vez satisfeitas, surgem outras necessidades em sua jornada.
Os lideres preveem visões futuristas, através de direções que os ajudem a desobstruir obstáculos que possivelmente, venham desencorajá-los diante de determinadas situações.





















CONSIDERAÇÕES FINAIS

As organizações empresariais tornam - se essenciais para existência da sociedade e para o desenvolvimento humano, sendo assim a história das organizações estará sempre presente de adquirir o maior conhecimento sobre estas organizações, ou seja, gerenciar conhecimento tornasse uma tarefa de conduzi-lo com máximo de cuidado possível para que se tenha o controle de qualidade eficiente no qual você vai alcançar seus objetivos finais com apoio e conhecimento e técnico dos seus lideres que motiva e inova a cada instante.
Liderança é a habilidade de influenciar pessoas para trabalharem entusiasticamente visando atingir aos objetivos identificados como sendo para o bem comum, com a perfeição de desempenhar sua liderança fazendo com que seus liderados falem a mesma língua que ele estive falando, havendo uma sintonia entre o líder e o liderado, o ponto mais importante e que a eficácia da liderança depende tanto da situação em que o grupo se encontra quanto do líder. 
   A função motivacional do líder reside nas crescentes recompensas pessoais dos subordinados no sentido da chegada aos objetivos do trabalho, fazendo com que o caminho para essas recompensas se torne mais fácil de ser percorrido ao deixá-lo mais evidente, reduzindo os bloqueios do percurso e as armadilhas bem como aumentando as oportunidades de satisfação pessoal.
Dentro da perspectiva motivacional, portanto, a aceitação e valorização do comportamento do líder por parte dos seus subordinados estão ligadas ao tanto que percebem ser esse comportamento, não somente uma fonte imediata de satisfação, como também um recurso de instrumento ou meio para que futuras satisfações motivacionais sejam atingidas. Isso não quer dizer que o efeito das ações do líder sobre a satisfação do subordinado seja proporcional ao esforço despendido pelo subordinado.






REFERÊNCIAS

BATEMAN, Thomas S: Administração Management Construindo Vantagem Competitiva. São Paulo Editora Atlas S.A- 1998.
BERGAMINI, Cecília Whitaker: Liderança Administração do Sentido. São Paulo Editora Atlas S.A – 1994.
MORGAN, Gareth: Imagem da Organização. São Paulo Editora Atlas S.A- 2006.
ROBBINS, Stephen P: Fundamentos do Comportamento Organizacional. Pearson Education do Brasil- 2009.
< www.books.google.com.br em 01/11 às 15h30min>
< www.castelobranco.com.br/sistema em 01/11 as 17: 07>






[1] Trabalho Apresentado na Faculdade JK – Unidade II – Gama, projeto TCC em Novembro de 2012.

[2] Estudante de Graduação 8o semestre do curso de Administração da Faculdade JK unidade II Gama/DF; email: Joel.rocha@flora.com.br.

[3] Estudante de Graduação 8o semestre do curso de Administração da Faculdade JK unidade II Gama/DF; email: mauricio0612@gmail.com.

[4] Orientador e Professor do Curso de Administração da Faculdade JK unidade II Gama/DF; email: elisabethluisa25@yahoo.com.br.