segunda-feira, 9 de julho de 2012

O varejo como a mais completa experiência de branding

Postado por Gilberto Strunck - 25/06/2012
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O varejo como a mais completa experiência de brandingQuem é dono de uma marca, e quer que ela seja uma vencedora, sabe que tem que investir em comunicação de marketing para torná-la conhecida e relevante. Marcas líderes em seus mercados valem bilhões de reais. Aqui no Brasil, segundo a Interbrand, só a marca da Skol vale R$ 7,2 bi, a da Natura R$ 5,6 bi, a da Brahma R$ 4,3 bi e a da Antarctica, R$ 2 bi. São marcas líderes que investem fortemente nos processos de branding para estabelecer suas personalidades, seus diferenciais em relação às concorrentes, para tornarem-se desejadas e queridas.

Através de suas comunicações, as marcas nos fazem promessas: experimente-me, compre-me, seja-me fiel... mas a entrega destas promessas, usualmente, se dá nos pontos de venda. É neles que temos a oportunidade de interagir com elas, tangibilizadas em produtos e serviços, compará-las com outras, fazer nossas escolhas, comprar para experimentar e, dependendo do resultado, estabelecer vínculos.

Mas, na realidade, a comparação com a sedução da publicidade e a entrega destas promessas nas lojas deixa muitíssimo a desejar. É muito difícil uma marca como Dove, por exemplo, controlar em milhares de pontos de venda a exposição ideal de seus produtos.

Visando contrapor este problema e oferecer a vivência completa, ideal de suas marcas, há alguns anos vimos acompanhando o surgimento das chamadas “flagship stores”, lojas que a própria indústria monta e administra. Nesses espaços, pode-se usufruir de experiências sensoriais únicas, estimular nossos sentidos com as formas, o som, o sabor, o aroma e o visual da marca.

O varejo como a mais completa experiência de brandingA primeira flagship store da qual tenho notícia foi a Niketown, de Portland, em 1990. A iniciativa foi um sucesso, dando lugar a outras. Hoje, muitas marcas, como Havaianas (foto), Hope, Melissa, Apple, M&M, Lego, Coca-Cola e Adidas investem na mesma estratégia, com excelentes resultados de vendas e, principalmente, de reforço de seus posicionamentos.

Nestes espaços, algumas das ferramentas do branding são aplicadas de forma a propiciar interações com os compradores, difíceis de serem oferecidas em outras lojas. Desde o atendimento diferenciado até a exibição ideal das mercadorias. Da oferta de pré-lançamentos até a personalização de itens. Da oportunidade de conhecer a “história da marca”, até a vivência de experiências que visam criar vínculos afetivos, aqueles mais difíceis de serem esquecidos e mais fáceis de serem compartilhados.

Este modelo, em uma escala muito menor, é também utilizado em lojas multimarcas, através das “store-in-stores”, áreas especiais, personalizadas com a marca, dentro da loja, que se destacam em relação às outras, nas quais as suas “promessas” podem ser entregues com mais qualidade.

Esta é uma estratégia que vem sendo cada vez mais utilizada, de forma a diminuir a distância entre o encantamento da publicidade e a realidade da exposição dos produtos nas lojas e, principalmente, para potencializar a oportunidade de experiências de compra mais ricas, nas quais as características das marcas podem ser vivenciadas mais profundamente. Uma “experiência de branding” que só o varejo é capaz de nos proporcionar.

sábado, 7 de julho de 2012

Os Multiformatos do Varejo


Postado por Ricardo Pastore - 11/05/2011
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Por Ricardo Pastore*


 Um formato de varejo é definido pelo tipo de loja presente em uma rede de lojas, sendo possível incluirmos lojas físicas e virtuais. Uma rede de lojas pode ter um único formato, algo, aliás, cada vez menos comum, ou vários, sob uma única marca ou sob marcas diferentes. Alguns dos formatos mais comuns são supermercados, hipermercados, farmácias, home centers, pet shops, lojas de conveniências, entre outros. Uma rede de lojas pode, portanto, optar por ter mais de um formato e mais de uma marca.

  As grandes empresas começaram com um determinado formato e evoluíram para modelos mais modernos, enquanto outros foram criados para perfis específicos de consumidores. Esse movimento é constatado em companhias como o Walmart ,que começou com um formato de bazar em auto-serviço, ainda presente nos EUA, depois evoluiu para os super centers que incluem alimentos (um tipo de hipermercado) e lançou muitos outros, como Sam’s Club, Todo Dia e Maxxi.
  O mesmo acontece em empresas como o Grupo Pão de Açúcar, o Carrefour e tantas outras, inclusive em setores do varejo diferentes do de alimentos. Ou seja, esse movimento se amplia a partir do entendimento do comportamento de compras e busca por diferenciação por parte dos competidores. Talvez as maiores inovações tenham sido apresentadas pelo e-commerce. Os varejistas de uma maneira geral entram mais e mais a cada dia no mundo das vendas pela internet, oferecendo muito mais do que se encontra em suas lojas físicas, numa prova de que o consumidor está ávido a tais experiências cercadas de facilidades e acesso a novos produtos.
  Entretanto, enquanto as empresas aprimoram seus formatos físicos, não percebem que se descuidam de seus clientes por não desenvolverem estratégias de relacionamento com suas marcas, independente do tipo de formato. Os varejistas investem milhões e abrem lojas em novos mercados atraindo milhares de consumidores, mas não os conecta aos valores da marca, mantendo uma estratégia de Marketing baseada nas variáveis tradicionais, como sortimento de produtos, política de preços, promoções e a localização, ou seja, o que chamamos de Varejo 1.0.
Isso provoca uma dispersão de esforços, pois nada garante que os mesmos consumidores que frequentam as lojas físicas de um determinado varejista frequentarão o site para compras pela internet ou entrarão em lojas diferentes da mesma rede para satisfazer outras necessidades de compra, por exemplo, para sua casa, seu automóvel etc.
Com o crescimento do mercado e da concorrência e com as mudanças nas características e no comportamento dos consumidores, a tendência é que os varejistas utilizem uma variedade maior de formatos em suas redes para garantir um processo de expansão menos vulnerável a riscos. Isso, porém, não basta e, ao mesmo tempo em que a expansão acontece, torna-se necessária uma estratégia de relacionamento entre consumidores e marcas, o que chamamos de Varejo 2.0.
O varejo multiformato é um modelo que proporciona atendimento a consumidores diferentes em lojas diferentes, apesar de constituírem a mesma rede de lojas. A evolução resultou no modelo multicanal, principalmente com a chegada da venda pela internet, pois introduziu o atendimento em canais de vendas diferentes, apesar de fazerem parte da mesma empresa.
A etapa seguinte coloca a rede varejista na condição do cross-channel, ou seja, o mesmo consumidor interagindo com a mesma rede varejista em canais diferentes. Nesse caso, rede de lojas multiformatos, site de e-commerce e outros (call center, por exemplo), se relacionam com o mesmo consumidor. O problema que vemos na situação de cross-channel é que a empresa varejista consegue, sim, se relacionar com o cliente em todos os seus canais, mas em uma estratégia apoiada e dependente dos canais de vendas e não com a marca.
Só com a situação chamada de onipresença é que o varejista consegue fazer com que seus clientes tenham a experiência de consumo com a marca, independente dos canais que utiliza para a venda. É uma mudança sensível, que proporciona ao varejista a conexão de sua marca com seus clientes, num relacionamento motivado quase que por uma causa, um engajamento, ou o que chamamos de varejo 3.0.
*Ricardo Pastore é Coordenador do Núcleo de Estudos do Varejo da ESPM.



Fonte:http://mundodomarketing.com.br/artigos/ricardo-pastore/18706/os-multiformatos-do-varejo.html

O design é influenciador nos processos de escolha das marcas



Postado por Ricardo Leite - 05/07/2012

Você já fez uma reflexão sobre o seu processo de escolha de algo? Pense agora nos produtos que despertaram a sua atenção nos últimos tempos. Em seguida, pense naqueles que conquistaram o seu desejo de tê-los. No âmbito dos serviços, pense sobre os seus hábitos e o porquê dessas preferências. Em qual supermercado você faz compras ou em qual posto prefere abastecer o seu carro?


Sabemos que as escolhas que fazemos são moldadas por diversos motivos. Esse processo está relacionado a vários fatores: o senso de urgência – a famosa pressa – pode nos fazer optar pelo que está mais próximo, a falta de dinheiro nos conduz ao que tem o melhor preço e assim por diante.


Agora tente fazer uma escolha “pura” – se é que isto existe. Posso imaginar que você orienta-se pelas marcas que conhece e respeita, certo? Portanto, marcas existem pelo que elas representam e são um atalho mental para uma série de associações. Marcas existem em nossas mentes. Pense agora no símbolo da Nike… Ele é imediatamente reconhecido, não é? Assim como o logo da Coca Cola, da Oi, da GloboNews ou de qualquer outra marca forte. É muito mais rápido reconhecer a marca vendo o seu logo do que vendo uma palavra escrita. O logo, portanto, é o atalho do atalho mental.


Mas o que acontece se não conheço uma marca e, por consequência, não associo nada àquele logo estampado sobre o produto diante dos meus olhos? Nesse momento, o design dos produtos em si ou de suas embalagens serão o maior fator influenciador de minhas escolhas. Para ilustrar o que disse, imagine-se numa gôndola de mercado diante de vários azeites extravirgens, todos de marcas desconhecidas.


A forma dos frascos e seus rótulos serão responsáveis pela percepção de qualidade e serão efetivos para a sua decisão de compra. Se não conhecemos marcas, se preço não é um problema e não posso experimentar o produto, o que me resta além do design para escolher? Radicalizando, mentalize a hipótese de um azeite ter uma embalagem belíssima e a do outro fabricante ser feia. Bem, o produto mal-acabado me deixa crer que se aquele fabricante não respeita o seu próprio produto, também não me dá a importância que eu mereço. Certamente será escolhido o que se apresentou com design superior.


Quando alguma marca faz um pequeno investimento em design, seja no aprimoramento dos aspectos formais de seus produtos, seja na otimização do sistema de atendimento dos serviços ou no planejamento de uma experiência diferenciada no ponto de venda, o resultado comercial aparece, pois o mundo está de tal forma abarrotado de mesmices que um pequeno movimento virtuoso faz uma grande diferença. Quando empresas adotam o design como parte de suas estratégias, o resultado é inquestionavelmente percebido pelo consumidor, e o resultado positivo é nítido e vantajoso.


Procure lembrar-se de quais foram as vezes que recentemente você teve uma sensação de encantamento ao deparar-se com um produto. Reflita como essa magia está largamente associada às soluções de design que ativam o processo de satisfação consciente e inconsciente, relacionando aparência e valor.


O design posiciona rapidamente marcas, produtos e serviços, deixando-nos saber se eles nos interessam. Uma cadeira de escritório, por exemplo, possui o significado de trabalho. Experimente colocá-la num bar, por exemplo, e verá com ficará dissonante – ou talvez deixe o ambiente estranhamente criativo. Uma capa de revista com muitas cores, títulos grandes e uso de splashs associa rapidamente a publicação como popular, enquanto outra com uma foto em preto e branco e poucos títulos colocados de modo mais discreto dá um ar mais sofisticado à publicação.


O que permite a leitura desses significados associativos é o design apresentado. Suponha, por fim, que depois de grandes investimentos financeiros em pesquisa e produção de um produto, ele seja lançado sem um bom design, com solução equivocada e pouco adequada para estabelecer o relacionamento simbólico apropriado com seus consumidores. Pode ser fatal…


Além dos aspectos formais, os próprios materiais usados para a confecção dos produtos também traduzem significados diferentes e influenciarão, de modo efetivo, nossas escolhas. Utilizar madeira numa loja pode deixá-la mais aconchegante. Se for madeira rústica, trará um espírito artesanal e humano para o ambiente. Já metais e vidros podem fazer um belo contraste compondo associações à tecnologia. O uso de determinada tipografia num folder, cartaz ou capa de livro induzirá a compreensão de um dado estilo de mensagem antes mesmo de o público ter lido qualquer palavra.


O mesmo se aplica a cores, relações espaciais de tamanhos, proporções ou aspectos sensoriais. A percepção que se tem de algo é decorrente de bem mais do que a coisa é em si. Nossas avaliações são decorrentes de aspectos cognitivos, muitas vezes inconscientes, e extrapolam o que racionalizamos a partir do que temos diante de nós.


Assim como no design de ambientes físicos os designers projetam pensando nos fluxos possíveis dos clientes, quando interagimos com ambientes digitais, a navegação intuitiva e rápida é razão de muitos estudos. Novamente o design de interfaces inclui as questões semânticas de cores, formas, posicionamento etc. Interfaces bem resolvidas estimulam a permanência, orientam a leitura e promovem percepção de valor. Da mesma forma que não escolhemos produtos de design mal-acabado, não navegamos em sites, portais ou blogs poluídos e confusos.


Experimente tirar os produtos de suas embalagens e veja se ainda consegue identificá-los. Pegue produtos similares de marcas diferentes e retire-os de suas embalagens. Coloque Coca-Cola e Pepsi em dois copos e misteriosamente esses produtos icônicos perdem a maior parte da sua magia. Pães de forma ou pós de café ficam idênticos, não é mesmo? Ou duas marcas de sabão em pó…  Sem a ajuda do design, tornam-se apenas… os próprios produtos. E ficará impossível identificá-los para escolher e comprar!


Se você esconder a maçã de um iPhone ou iPad, ainda assim, reconhecerá aqueles aparelhos como sendo da Apple. Pegue a maioria dos celulares ou tablets e faça o mesmo e veja como é difícil reconhecer as marcas de seus fabricantes. Isso acontece porque os produtos da Apple possuem excelência em design e, por isso, são muito valorizados pelas pessoas, despertando o desejo de tê-los. Ao apresentarem personalidade exclusiva, transferem essa virtude para os seus clientes.


Alguém já disse que o design é a inteligência da marca deixada visível. Eu acrescentaria que também é a experiência da marca tangibilizada. Entre dois produtos iguais, com design bom ou ruim, escolheremos o que possuir a melhor solução. E como preço tende a deixar de ser um grande diferencial, o design estará cada vez mais isolado como última fronteira dos processos de escolhas.

GESTÃO DE PROJETOS



1 - O processo de planejar o escopo é feito em duas etapas cite-as:
Declaração do escopo é um enunciado sucinto dos produtos que serão fornecidos (e, eventualmente, dos que não serão fornecidos ) pelo projeto. A declaração do escopo é um enunciado resumido do leque de produtos ou de um serviço a serem fornecidos ao cliente. É o primeiro passo no processo de estabelecer os entregáveis do projeto.
 Detalhamento do escopo é uma relação minuciosa dos produtos que serão fornecidos, também chamada lista de entregáveis.

2- Como se inicia a administração de um escopo

Começa como uma definição sucinta e prossegue até o detalhamento dos entregáveis, descendo até o nível dos pacotes de trabalho.

3 – O que deverá ser fornecido ao final de do projeto?
Deverão ser fornecidos: uma série de protótipos de um novo modelo de aeronave, a planta do processo produtivo e a lista dos fornecedores de peças e equipamentos da aeronave e do processo produtivo.

4 - A declaração do escopo também pode incluir uma exclusão do escopo? Em caso afirmativo explique:
A declaração do escopo também pode incluir uma exclusão d escopo, explicando o que o projeto não vai fazer ou que o projeto não vai ser. A declaração e exclusão de escopo delimitam o esforço que o projeto vai fazer. Por exemplo: “Não faz parte do escopo do projeto a seleção, contratação e o treinamento do pessoal para operar a fábrica de aeronaves”.

5 – O que é um projeto com foco?
Um projeto como foco tem o objetivo muito preciso, um problema muito específico para ser resolvido. Focalizar um projeto significa diminuir ao mínimo a abrangência do resultado esperado, ainda que a quantidade de entregáveis possa ser grande.  Projeto sem foco não tem projetos
6 – Em que consiste o detalhamento do escopo?

Consiste em dividir  o produto principal em partes administráveis.

7 – Quais os outros nomes dado a Estrutura analítica?

Lista de entregáveis, ou WBS, Work Breakdown Structure

8 - A estrutura analítica do projeto, ou lista de entregáveis, ou WBS, Work Breakdown Structure, representa o que?

Representa graficamente a divisão do produto em entregáveis menores. 


9 – Qual a forma comum de desenhar a estrutura analítica?

É a lista de itens ou peças

10. Como se inicia um ciclo de vida do projeto?

No início do ciclo de vida do projeto, é feito a definição de especificações de qualidade e sustentabilidade ambiental e social para o produto e dos recursos usados para fazê-lo, durante e após o ciclo de vida.

11 – Podemos afirmar que assim como os produtos os projetos também precisam levar em conta a vida após morte?

Sim. Considerando o ambiente, a vida após a morte torna-se uma realidade para os produtos e, consequentemente, para os projetos. 

12 – Qual deve ser a posição dos administradores em relação ao projeto?

Os administradores de projetos precisam pensar na minimização de desperdício no processo produtivo, na seleção de materiais ecológico, na embalagem, no consumo de energia para o condicionamento do produto e também no descarte e eventual reaproveitamento dos materiais usados para a fabricação.






13 – Explique o ciclo de vida do projeto:


14 -Como podem ser classificados os projetos nas organizações. Explique-os:

Estratégicos - estão ligados às inovações no negócio da empresa, a seus objetivos de longo prazo, ao desenvolvimento de seus sistemas e de sua estrutura, a sua competitividade e a outros fatores que influenciam seu desempenho e sua sobrevivência.

Operacionais - Estão ligados às atividades funcionais. Projetos de ampliação de instalação, campanhas de vendas e o processo racionais. Os projetos de aumento de produtividade, como a implantação de um sistema enxuto de produção ou de qualidade total e os Seis sigmas (Seis Sigma ou Six Sigma , é um conjunto de práticas originalmente desenvolvidas pela Motorola  para melhorar sistematicamente os processos ao eliminar defeitos.), também podem ser considerados operacionais. Dependendo da sua importância para a empresa poderão ser classificados como estratégicos.

Emergenciais ou urgentes - são aqueles que respondem a problemas de solução inadiável. Recuperação de instalações destruídas por incêndio ou por inundação , mas por outro lado, grande número de projetos emergenciais, para resolver problemas cuja ocorrência era previsível , é sintomas de que a empresa dedica pouca atenção aos processos de planejamento e manutenção.

Compulsórios - São empreendidos para atender a obrigações criadas pela legislação- por exemplo, estudo de impacto ambiental, instalação de equipamentos de proteção, construção de áreas de atendimento a pessoas.

15 - As empresas orientadas para projetos têm dois portfólios cite-os:

Um projeto fornecido regularmente para cliente, outro, de projeto interno, similares aos das organizações orientadas para processos e produtos.




16 – Fale sobre as partes interessada em um projeto:

O processo de administrar um projeto sempre envolve o entendimento e o atendimento das necessidades, interesses e influências de diferentes partes interessadas ( stakeholders ). As partes interessadas variam de um projeto para outro, envolvendo uma combinação, entre outras, exemplo.


17 - Quais os três processos principais na administração da qualidade do produto?

Planejamento da qualidade, garantia da qualidade e controle da qualidade ( os princípios são os mesmos para a qualidade e controle de administrar um projeto).

18 – Fale sobre a qualidade total:

Qualidade total é uma abordagem de gestão da qualidade que procura maximizar a competitividade da organização por meio da melhoria contínua da qualidade de seus produtos, serviços, pessoas, processos e ambientes, em toda a organização. O TQM é compatível com a ISSO.

19 – Fale sobre o planejamento da qualidade do produto:


O planejamento da qualidade do produto envolve vários áreas que devem trabalhar  em conjunto analisando os diversos fatores que podem influenciar na qualidade do produto, estas áreas devem m buscar o melhor desempenho para o produto a fim de atender e superar a expectativa do cliente.
20 – Fale sobre as especificações funcionais ou de desempenho e dê exemplos:

As especificações funcionais ou especificações de desempenho - traduzem as necessidades e expectativas do cliente em termos de desempenho que o produto deverá alcançar.
Exemplos:
Duração da carga de uma bateria de celular.
Tamanho de um equipamento.
Número de pessoas que uma estação deverá comportar.

21 – Fale sobre as especificações técnicas e dê exemplos:

Nascem das especificações  funcionais e descrevem as características do produto em termos de seus atributos técnicos. Nascem das especificações funcionais definidas pelos clientes.
Exemplos:
Dimensões de um objeto.
Quantidade de cimento numa construção.
Fórmula ou processo de fabricação de um produto

22 - Para caminhar das especificações funcionais para as especificações técnicas o que é preciso fazer?

Uma equipe de projetos pode usar a  ferramenta    casa     da    qualidade         ( House of Quality ), que faz parte da técnica chamada QFD ( Quality Function Deployment ou desdobramento da função da qualidade ).
23 – O que  é a casa da qualidade?
A casa da qualidade é uma ferramenta que procura colocar no desenho do produto todas as especificações funcionais desejadas pelos clientes ( e outros stakeholders ) e, ao mesmo tempo, evitar que características indesejadas ou desnecessárias sejam incorporadas no produto.
QFD é uma técnica que procura transformar a voz do cliente em característica do produto e chegar até a definição do processo produtivo. A primeira etapa do QFD é a construção da casa da qualidade ( ou primeira matriz QFD ). Essencialmente, a casa da qualidade é um gráfico que mostra o cruzamento das necessidades do cliente ( especificações funcionais ) com as características do produto ( especificações técnicas ).
24 – Fale sobre o nível de qualidade?
Grau, nível, categoria, classe ou tipo é a ordem a que pertence o produto, em função da quantidade ou sofisticação de suas características. As distinções entre produtos e serviços ( luxo e básico, por exemplo ), que refletem nas variações de preços, decorrem da quantidade e sofisticação das características. As diferenças entre as classes de qualidade são soluções para atender a necessidades específicas que refletem expectativas e necessidades do cliente. No planejamento da qualidade, deve estar explícito o grau de qualidade a que o produto pertence.
25 - Para o cliente, as especificações têm todas a mesma importância?
Não. No exemplo, por hipótese, o cliente deseja que todas as necessidades estejam atendidas no novo produto, mas a segurança é mais importante. Essa avaliação pode variar de 1 ( muito pouco importante ) a 5 ( muito importante ). Aplicando essa idéia ao novo modelo de fogão. Exemplo:
26 – O que é necessário para desenvolver e fornecer o produto do projeto?

É preciso realizar atividades que consomem recursos.


27 – Fale sobre a definição das atividades e a definição dos recursos:

A definição das atividades é a base para a administração dos prazos – ou do tempo – do projeto.
A definição dos recursos é a base para a administração dos custos do projeto.


28 - Qual a principal ferramenta para a administração dos prazos?

É o cronograma.


29 - Qual a principal ferramenta para a definição dos custos?

É o orçamento do projeto.


30 - Comente sobre os prazos e os custos:

Prazos e custos são meios para realizar o produto – ou entregável. O Produto, prazos e custos são os elementos principais do plano e do gerenciamento de um projeto.


31 – Explique o enunciado custos e prazos são interligados:

Se o projeto tem mais recursos, o prazo diminui mas o custo aumenta.
Se o projeto tem menos recursos o prazo aumenta e o custo diminui.



32 – Quais as principais decisões e tarefas do planejamento dos meios para realizar o projeto?

33 - Fale sobre a estrutura analítica do projeto:
A definição das atividades necessárias para realizar o projeto começa com o planejamento do produto. O ponto de partida para identificar as atividades é a estrutura analítica do projeto, que é a principal ferramenta de planejamento e de gestão global do projeto. Exemplo:


34 – Como devem ser identificadas as atividades e os produtos?
As atividades devem sempre ser identificadas por verbos; os produtos, por substantivos. Não é regra do gerenciamento de projetos, mas questões de disciplina mental.
http://www.brasilmatics.com.br/images/secundaria/grafico_grandes_ideias.jpg
35 – Fale sobre o Ciclo de Vida do projeto:
O estudo do ciclo de vida do projeto permite visualizar outras atividades, que podem não estar diretamente ligadas ao produto e a sua estrutura analítica. Fazer reuniões de planejamento e controle, visitar fornecedores e preparar relatórios e prestar contas do projeto, por exemplo, são atividades que não ficam evidentes na estrutura analítica do projeto. Hipóteses sobre riscos e acidentes, atividades de testes e experimentação e datas que devem ser evitadas (feriados, períodos de chuvas), que são circunstâncias normais em projeto de alto grau de incerteza, também podem ficar evidentes quando se estuda o ciclo de vida e o calendário do projeto.
36 – Fale sobre o relatório de projetos:
A análise de projetos anteriores podem revelar aspectos  que não ficam evidentes nem na estrutura analítica nem no exame do ciclo de vida. Situações imprevistas, exigências que o cliente fez ao longo do projeto e despesas que não foram orçadas são alguns dos aspectos  que não estão nesse caso.
37 – Fale sobre a revisão das áreas do conhecimento:
Estudar as áreas do conhecimento produz a visão do conjunto de todas variáveis que uma equipe de projeto deve administrar e que podem não ser evidentes na WBS. Por exemplo, procedimentos de garantia da qualidade, sistemas de comunicação  com a equipe e com os stakeholders, pesquisa de fornecedores, licenciamento ambiental – essas são algumas atividades que não  podem não surgir automaticamente na lista de entregáveis, mas que serão lembradas quando as áreas do conhecimento forem revistas.
38 – fale sobre o sequenciamento das atividades:
Depois de preparar a lista, deve – se identificar a sequência  em que as atividades serão realizadas (quais atividades devem ser feitas primeiro, quais em seguida, quais dependem de quais). O sequenciamento permite estabelecer as prioridades e em seguida, representar graficamente as relações e o  encadeamento das atividades, sintetizadas em um diagrama de precedências. Lógica, decisão e condicionantes externos são os fatores que influenciam o sequenciamento das atividades.
39 – Fale sobre a lógica e exemplifique:
A lógica independe de decisão. A lógica é inescapável: para que uma atividade seja feita, outra tem que ter sido feita antes. Ou, se uma atividade for realizada; segue – se obrigatoriamente outra. Por exemplo:
•       O desenho do questionário antecede a pesquisa de campo, que antecede a análise  dos dados
•       Se as amostras forem produzidas, precisarão ser armazenadas em condições especiais ou se  deteriorarão.
•       A organização do local antecede a realização do jantar beneficente.

40 – Fale sobre o processo de decisão:
Há dependências entre atividades que são definidas arbitrariamente. Nesse caso, quem define a sequência não é a lógica, mas a vontade de um tomador de decisões. O dono do projeto pode escolher começar e terminar por onde quiser, desde que não viole nenhuma lógica. Por exemplo:
•       Você pode começar um projeto de produto fazendo uma pesquisa bibliográfica, ou um estudo dos produtos similares, ou simplesmente criando do nada.
•       Você pode construir um protótipo, retratando a primeira idéia, antes que qualquer especificação de desempenho seja formulada.
41 – Quais os condicionantes externos podem afetar o projeto
Os fatores externos, alheios à vontade do dono do projeto, afetam a lógica das dependências. Por exemplo:
Os fornecedores estabelecem prazos para a entrega de peças ou serviços.
Os clientes fazem exigências de prazos ou condições especiais de entrega.
http://trabsi.files.wordpress.com/2011/05/banner_analise.jpg
42 – fale sobre o diagrama de precedências:
As decisões sobre sequenciamento das atividades podem ser resumidas em uma tabela de precedências. (corresponde parcialmente ao gráfico anterior), as atividades estão listadas aleatoriamente na segunda coluna. Os números na primeira coluna indicam apenas a ordem em que as atividades foram colocadas na lista, não sua sequência.
O diagrama de precedências é um gráfico que mostra as ligações entre as atividades  e seu encadeamento. No diagrama de precedências, também  chamado diagrama de rede do projeto, cada atividade é representada por um “ Nó`` - um símbolo (em geral um retângulo ou um círculo) dentro do qual se anota a letra ou número que designa a atividade ou se descreve a atividade. As setas representam a relação de dependência e a sequência das atividades. Essa técnica de desenhar o diagrama de precedências é chamada AON – Activity on node = Atividade no nó.
     O diagrama de precedências deve ser desenhado ao mesmo tempo em que se prepara a tabela de precedências. Isso ajuda a visualizar a lógica encadeamento das atividades, a tomar decisões de planejamento e a corrigir possíveis erros.
43 – O que é o sequenciamento?
É o procedimento por meio do qual se define como as atividades  do projeto se encadeiam – por decisão ou por lógica.
44 – Explique as dependências?
Do fim para o começo - Ligar um retângulo a outro por meio de uma seta que indica que a segunda atividade na fila (sucessora) só pode começar quando a precedente terminar.
Do começo para o começo – uma atividade começa quando (ou depois que) a precedente começar.
Do começo para o fim – uma atividade termina quando ( ou depois que) a precedente começar.
Do fim para o fim – uma atividade termina quando (ou depois que) a precedente terminar.
Embora todas essas relações existam na vida real, é muito provável que a grande maioria das situações de gerenciamento de projetos trabalhe apenas com a primeira – do fim para o começo.
45 – O que é o cronograma?
É um gráfico que mostra a distribuição das atividades ao longo de um calendário. É um retrato da cronologia do projeto, que se baseia em decisões de planejamento. O processo de tomar as decisões de cronologia, que equivale a associar o trabalho ao transcurso do tempo, chama – se programação ( ou cronogramação ).
O cronograma reflete as decisões sobre a duração e a sequenciamento das atividades. Como os demais processos administrativos, a preparação do cronograma é processo  dinâmico, que começa com a formação do conceito básico do produto e evolui com o desenvolvimento do ciclo de vida. No estágio inicial do projeto, há um cronograma básico ou cronograma mestre, estabelece a programação das atividades principais e que dá origem a cronogramas sucessivamente detalhados, conforme o projeto avança. Dependendo da complexidade de seu projeto, você talvez não precise de mais do que o cronograma mestre.


46 – No que se baseia a preparação do cronograma?
Baseia – se na duração das atividades. A estimativa da duração das atividades também depende de lógica, decisão, condicionantes externos e outros fatores.
47 – Fale sobre o diagrama de redes:
Diagrama de redes são diagramas de precedências com informações sobre a duração das atividades e sobre o caminho crítico. O caminho crítico é o caminho mais longo que leva da primeira à ultima atividade de um projeto – aquele no qual as atividades têm a duração mais extensa . Os caminhos ou ramos da rede que têm durações mais curtas precisam esperar o caminho crítico terminar para poder continuar. Vejamos um exemplo com uma forma simples de rede.
Suponha que alguém tenha decidido começar uma empresa comercial e precise realizar cinco atividades, que são as seguintes, com as respectivas durações e dependências.
Atividade                                                                    Duração              Dependência
  1. Reforma do prédio                                             30 dias                5
  2. Montagem da loja                                              30 dias                1
  3. Abertura da empresa e obtenção para          120 dias              ---
Funcionamento              
  1. Inauguração                                                         0                          2,3
  2. Licença para reforma                                         30 dias                ---

A IMPORTÂNCIA DO PEQUENO VAREJO


A IMPORTÂNCIA DO PEQUENO VAREJO
Grandes empresas têm no pequeno varejo um canal estratégico de distribuição, porém deparam com suas limitações de recursos e entre elas, o conhecimento em gestão é o mais grave. Isso se torna um problema que fragiliza o canal e inibe investimentos pois  não se sabe até quando este cliente estará “vivo”.
Não é de hoje que muitas empresas promovem 
cursos, seminários, programas de treinamento e capacitação voltados para os seus clientes varejistas de pequeno porte.
A aquisição de maiores conhecimentos e, consequentemente, melhores resultados a partir de introdução de novas práticas de gestão varejista faz a parceria progredir e a fidelidade aumentar. E tem sido muito saudável valorizar os pequenos também para reduzir a dependências das grandes redes.
Para isso é necessária uma triangulação entre empresa fornecedora (indústria ou atacado), instituições de ensino e o pequeno varejo (clientes). O primeiro financia, o segundo desenvolve e o terceiro se beneficia.
O pequeno varejo no Brasil vai longe. Apesar do crescimento das grandes redes, o pequeno sempre encontra espaço para crescer, mas depende do apoio de seus fornecedores e isso não é caridade, é estratégia.
As virtudes dos pequenos
Os pequenos varejistas agradam muito seus clientes. Pesquisa que realizamos em 2007 na cidade de Santos SP identificou os seguintes diferenciais competitivos quando comparados com varejistas de maior porte:
1. Atendimento
2. Localização
3. Atuação em rede
O pequeno ganha no atendimento pois conhece seus clientes pelo nome e os atende pessoalmente. Quando necessário, as decisões são tomadas de imediato pois é o dono que está ali e isso agrada muito aos que estão tomando decisão de compra no PDV.
Alem disso, os funcionários que trabalham no pequeno varejo gozam de maior estabilidade, pois têm no patrão alguém que os ajudam quando necessário. Em troca, prezam mais o 
trabalho e procuram preservá-lo pois em outras empresas, teriam como superior um gerente sem poder de decisão em questões quase sempre particulares e que envolvem adiantamentos ou ajudas financeiras.
As grandes redes possuem equipes com grande rotatividade de pessoal, o que acaba por prejudicar a relação entre funcionários e clientes, pois não se consegue criar vínculos. Além disso, os gerentes seguem regras rígidas o que torna o atendimento burocrático, inflexível, coisas que desagradam os consumidores.
A localização é outro ponto forte dos pequenos. Normalmente localizam-se próximos aos locais de trabalho ou residência de seus clientes. Moram na região e conhecem muito bem as características do local. Transformam-se em local de conveniência e estão sempre por perto para resolver qualquer problema, diferentemente do que acontece com grandes competidores que escolhem locais de grande circulação, mais distantes e mais dispendiosos em tempo de percurso e de compra.
A atuação em rede faz com que o pequeno varejista junte forças ao participar de uma central de compras ou de uma rede de franquias. Dessa formar, ele consegue viabilizar negócios que sozinho jamais conseguiria e preserva suas características e conhecimentos sobre o local e os consumidores.
Auxiliar portanto o pequeno varejo a entender, a gerenciar melhor o seu negócio e transformá-lo em um gestor profissional é um caminho de 
sucesso na estratégia de fidelização. A importância da implantação de estruturas de Trade Marketing torna-se cada vez maior pois significa estruturar as atividades focadas no canal, sob o ponto de vista estratégico e operacional.
Foco no cliente e não foco em produtos e processos! Gostamos de afirmar mas temos dificuldade de colocar em prática.







Pequeno Varejo

O pequeno varejo tem apresentado crescimento significativo no Brasil.  Segundo
dados da Nielsen de 2007 o pequeno varejo, que em 2003 participava com 11% do
faturamento no varejo alimentar, passou a participar com 13% em 2006. Isso implica em
uma maior concorrência imposta aos donos do pequeno varejo que, além da concorrência
de vizinhança, enfrentam também a concorrência de grandes redes que têm aberto lojas
menores, tal como o Carrefour Bairro, em centros urbanos, locais anteriormente
dominados por pequenos grupos varejistas. 
Com isso, aumenta-se a relevância para que o pequeno varejista invista em sua
loja e profissionalize seu gerenciamento de sortimento, preços, espaços, comunicações e
serviços. Por outro lado, as indústrias e os atacadistas também devem estar cientes desse
acontecimento, implicando em mais esforços para manterem seus produtos e espaços nas
gôndolas do pequeno varejo e, até mesmo, nos espaços nobres das lojas. Como um dos
possíveis esforços, essas organizações deverão investir para que suas equipes de vendas
consigam demonstrar, junto ao pequeno varejo, uma preocupação com o negócio deles
como um todo, de maneira a diagnosticar as lojas e, em casos mais avançados, realizar
sugestões de melhorias no layout e gestão da loja.
Nesse contexto, o suporte da indústria à aplicação do gerenciamento de categorias
no pequeno varejo apresenta-se como uma oportunidade para os dois agentes: o primeiro
poderá obter mais espaço disponível na área de vendas e, o segundo, benefícios em
termos de dispor de sortimento mais adequado ao cliente (shopper), melhor exposição,
melhor abastecimento e calendário eficiente de promoções, criando satisfações para gerar
uma maior satisfação nos clientes e, inclusive, ampliar a base de clientes, alavancando as
vendas na loja. 
O gerenciamento de categorias (GC) “é  uma realidade nas grandes redes de
supermercados e hipermercados, farmácia  e lojas de materiais de construção”
(DOMINGUES, 2008), porém não é ainda uma realidade adaptada no pequeno varejo,
pois sua metodologia é complexa, coerente com sua origem, concebida por um grande
varejista, o Wal-Mart, em conjunto com a Procter & Gamble, a partir de um sistema
denominado de ECR (Efficient Consumer Response) durante a década de 80 e início de
90. O fator motivador do ECR ocorreu em virtude de que os varejistas e seus
fornecedores se tornaram mais conscientes quanto à necessidade da melhoria dos serviços
oferecidos ao longo da cadeia, buscando entregar mais valor ao consumidor final (REIS;
TEIXEIRA, 1998, p. 3).
Portanto, considerando o crescimento  do pequeno varejo e a necessidade das
indústrias estarem, cada vez, mais integradas aos varejistas, o problema de pesquisa
investigado neste artigo envolve como pode ser adaptada a metodologia tradicional de
gerenciamento de categorias para a aplicação no pequeno varejo?
Essa é a questão central pesquisada  para o presente artigo, de maneira a
apresentar, como resultado, uma proposta de metodologia do gerenciamento de categorias
aplicada por uma indústria de bebidas em pequenos varejistas.